quinta-feira, 4 de julho de 2013

O LEÃO, O GRILO E O MARIMBONDO





Numa tarde dessas de muito calor, lá estava o leão descansando numa sombra de um cafezeiro, embaixo era forrado de folhas secas e muito fresquinho. Ao lado da sombra embaixo de algumas folhas e galhos secos, um grilo na sua monótona cantiga que parecia não ter fim; era um cri, cri, cri, que poucos ouvidos suportariam caso estivesse por lá, dessa vez era o leão o rei da mata e da bicharada  a vítima. Um pouco mais em cima  em outro arvoredo num galho pendurado morava um marimbondo cuja casa era deste tamanho, isto porque a família deste era muito numerosa. Casa tem que ser grande. O grilo e o marimbondo eram amigos, de longa data. Também se avizinhavam há muito tempo, se davam muito bem sem atritos o que não é comum entre vizinhos lá de vez em quando. Mas com o leão era diferente porque ele estava de passagem por ali, simplesmente fez um pequeno auto- horário para tomar um folego naquela hora tão causticante que seria mais ou menos umas duas horas da tarde sua caminhada não terminava ali, iria mais longe por certo. Voltando ao grilo com sua cantiga enfadonha que já estava aborrecendo o leão, o mesmo lhe dissera: Grilo você quer fazer o favor de sair daqui com este seu cantar nojento? Já estou com saco cheio contigo! Faça isto por nossa paz! Está Bom? Mas o grilo só deu uma paradinha para ouvi-lo.  Depois recomeçou tudo de novo: É só cri, cri, e cri a não ter fim. O leão não gostou de ser desobedecido, e replicou! Grilo você é surdo? Não ouviste o que lhe falei? Porque és tão teimoso com o teu rei. No que você esta pensando? Saiba que tua cantiga me incomoda muito. Eu parei aqui para descansar, e você me irritando não conseguirei meu o descanso. Se toque companheiro! O grilo ouviu toda aquela ladainha do leão sem se importar com o seu rei. A essa altura o marimbondo que ouvira toda conversa entre os dois concluiu: Isto vai dar encrenca; com certeza!  Ficou de sobreaviso pensando o que restaria  para ele em caso de conflito entre o leão e o seu vizinho. Aguardou com sabedoria  o desenrolar dos acontecimentos. O grilo silenciou por uns instantes enquanto foi lá no velho amigo pedir ajuda se caso precisasse, o marimbondo disse: Se precisar da gente dê um  grito que nós te daremos uma mão? O grilo voltou confiante e continuou seu cantar irritante. O leão tornou a dizer, grilo cale a boca seu importuno? O grilo respondeu: Os incomodados é que se mude! A essa altura o leão perdeu a paciência e resolveu dar uns  tapas no grilo, pega aqui, pega dali o grilo muito ligeiro escapando das patas do bicho se vendo em apuros, deu um grito: Amigo marimbondo me socorre que estou mal ? A coisa esta  feia pra mim! O marimbondo com sua turma não esperou um segundo grito do amigo. Atacaram o leão com tantas ferroadas que este não achou outra saída a não ser correr e muito mata adentro até ficar longe do alcance deles. O grilo caia na risada vendo a desabalada carreira do rei. Partia a barriga de tantas  gargalhadas. Chegando os companheiros o grilo perguntou-os:  E daí cadê o rei ? Os marimbondos responderam: Este não volta mais! Pode canta a vontade! O tempo passa e as coisas acontecem dentro da normalidade, algum tempo depois um dia o leão passava pelo mesmo lugar, lembrou-se daquela sombra tão boa e resolveu deitar embaixo dela outra vez. Olhou para os lados e para cima lá estavam os mesmos, grilo e marimbondos, numa situação confortável como antes foram; esticou-se de todo comprimento e ressonou a vontade, no seu belo sono acorda com o canto do grilo do mesmo jeito da vez passada, falou ao grilo: Já vai me incomodar de novo? O grilo respondeu: Será que o senhor já não se lembra do acontecido entre nós dois na vez passada? O leão calou-se e algum tempo depois foi  embora descansado e desta vez em paz.!
MORAL: QUEM SE SENTE INCOMODADO, QUE SE MUDE!
CONTOS POPULARES: RECORDAÇÕES DE LUIZÃO-O-CHAVES.......01/07/2013  

A RÃ E O TOURO



Numa manhã primaveril destas que nos deixa tão saudáveis assim que acordamos, estavam em cima de uma pedra toda coberta de limos  e raízes de samambaia  na beira de um regato com aguas límpidas e tranquilas no seu curso, algumas rãs para o saudável banho de sol costumeiro. Conversavam muito animadas enquanto os raios do sol penetrava por entre as folhagens da beira o regato, regato na maneira  mais simples de dizer, era na verdade um córrego onde os animais vinham beber agua. De repente avistaram um touro que vinha para tal, lá vem o dito com aquele andar de alguém que não tem pressa para nada. A principio entreolharam-se,  com num modo de admirarem o bicho pelo seu tamanho. Uma delas não contendo o espanto disse ás outras: Que animal grande? Nossa! Chega a ser gigantesco em comparação á nós. Vocês não acham? Sim, concordaram as demais, menos uma! Se eu quiser ficarei do tamanho deste animal! Disse aquela que discordava. As outras riram da amiga que se achava superior á aquela aparição do momento. Disseram em coro: Nós duvidamos, e muito que consiga tal façanha! A rãzinha prepotente disse: Então observem se ficarei ou não: De imediata inspirou uma enorme quantidade de ar que a inflou como uma bexiga: Já estou do tamanho dele? Perguntou! Ainda não disseram as outras. Inspirou mais ar ainda: E agora? Nem de longe parece com o bicho! Ainda falta muito disseram todas! A rãzinha, então tentou mais uma vez comprovar as colegas o que havia dito. Encheu os pulmões com muito mais ar que antes:  E plaft!  Explodiu desaparecendo da presença das colegas. O touro a esta altura dos acontecimentos, sorvendo a agua com muita tranquilidade e paz seguira o seu destino se ser imitado por quem quer que  seja, e muito menos por uma rãzinha tão pequenina.


MORAL: A INVEJA  É A ORIGEM DE MUITAS DESGRAÇAS, PARA QUEM  A POSSUI  E  MUITAS VEZES PARA OUTREM.

CONTOS ANTIGOS E RECORDAÇÕES DE: LUIZÃO-O-CHAVES. 24/06/2013

A RAPOSA E AS UVAS

Certa ocasião uma raposa andava esfaimada pelos campos, matos  cabeceiras de riachos e numa dessas voltas passou por uma tapera. De repente numa velha latada caindo os pedaços ela consegue divisar uma parreira que ainda conservava algumas folhas verdes, espiando direito não é que viu um belíssimo cacho de uvas escondido entre as folhas! Lambeu os beiços motivada de grande esperança em matar a fome que lhe torturava sorriu de satisfação, logo tratou de ver se encontrava um meio de apanhá-lo:  Raposa não trepa como o gato , mesmo assim deu umas unhadas no caule ,nada conseguindo olhou ao redor ver se achava uma vara que alcançasse o precioso cacho das uvas . Nada encontrando ficou decepcionada  ,perdeu de vez a esperança de saciar a fome ,mesmo assim não se entregou á derrota, não deu o braço á torcer; já de saída para ir embora de barriga vazia como tinha chegado; deu uma última olhada para o cacho de uvas e concluiu: Não prestam : Estão carunchadas !
MORAL: QUEM NÃO ALCANÇOU, DESDENHA!

..............CONTO MUITO ANTIGO:  RECORDAÇÕES DE  LUIZÃO-O-CHAVES   13/06/2013

A RAPOSA E O BODE


Andavam pelo mato e as campinas o bode e a raposa, ao passarem por um lugar que fora moradia alguns tempos, a raposa sempre seguia na frente, porque ela nunca deixou de ser considerada  um animal muito esperto. Boa para lograr os outros. Isso era com ela mesma. Já havia enganado muitos dos bichos, sempre conversando com o bode  durante as andanças . Num pequeno descuido ao passar pela velha tapera não viu uma velha fossa encoberta de capins, escorregando no barranco dela, lá se foi buraco adentro. Como o bode ia mais atrás escapou da cilada. E agora? Como fazer para socorrer a companheira em apuros. Na verdade não era tão profunda, mas não alcançava a beirada da fossa com as patas. Não tinha como sair com suas próprias forças.  O bode todo apurado não tinha uma ideia de como resolver a situação. Espiava a companheira lá em baixo, a raposa sentada em baixo espiando para cima. Como sempre a raposa é astuta, teve uma ideia. Disse ao bode: Desça aqui embaixo você  também, ficará mais fácil para a gente sair desta  encrenca , você é mais alto eu subo nas suas costas e estará  resolvido a situação. O bode nem pensou duas vezes, pulou lá em baixo. Ótimo companheiro! Agora sim! Com muita rapidez subiu nas costas do infeliz e alcançando a beirada da fossa com muita segurança, saiu fora muito garbosa, e lá se foi, sem dar a mínima para o companheiro lá no fundo do buraco. E foi-se caminho afora  rindo-se muito da ingenuidade do companheiro.
MORAL: O AMIGO É PROVADO NA HORA DA DIFICULDADE, E O INGENUO PAGA PELO ESPERTO.
CONTOS ANTIGOS: RECORDAÇÕES DE LUIZÃO-O-CHAVES  21/06/2013

............................FIM..................................

O BE-A-BA DE UM PRESIDENTE!!!


Este torrão de um céu de anil, de Deus foi o nosso  presente
Aqui tem povo de todo  lado, tem dos quatro continentes
Muito amada é esta terra, aqui vivem todos e  livremente
Terra de mulheres belas e de homens inteligente
Povo ordeiro e progressista raça nobre e independente
Agora ficou provado que este governo é competente
Consertando todos os erros do Fernando ex-presidente
Muitos  lhe chamaram de pobre e burro, acho ele inteligente
Fez vergonha a muitos letrados deu lições em muita gente
Provou que não é só letra  que formam um homem decente
Ele só saiu do Beabá,  mas empurrou o Brasil na frente
Não é só letras raça ou cor, nem de onde foi  procedente
As suas qualificações é o que o homem traz na mente
Quem apostou no seu fracasso tá num quadro deprimente
Altivez cortou sua língua fez uma forquilha na frente                     
De vergonha rolou lágrimas dos olhos dos prepotentes
Esta nação é maior prova duvido quem me desmente
O País mudou de rota, hoje seu  rumo diferente
A inflação correndo  solta, o governo saltou na frente
A coisa virou um rolo do tamanho de uma  serpente
Mas deu de bico no traseiro dos ministros incompetente
Despachou  quem não  servia , contratou homens decentes
Com uma  equipe bem formada, só com ideias coerente
Toda esta  turma  embuída,  em tocar o Brasil pra frente
Dando  cura a este País , que há muito sofre e doente
A Nação marcando  os passos , todo o povo  descontente
O governo  na surdina  preparou um ingrediente
Deu ao Brasil de goela-abaixo que sarou e de repente
Com raça e categoria colocou o País nos trilhos
Aqui com nós não tem mosquito, também não vejo  grilo
Vamos ajudar muitos pai  pobre , dar comida pro seus filhos
A inflação que desde o Sarney  foi-se  embora  com o gatilho
Nosso Brasil estava  embaçado, dando  vergonha aos seus filhos
Agora tá novinho em folha, não é opaco e só tem  brilho
Os empresários brasileiros e toda a nação ficaram contentes
Sentiram o Brasil crescendo de um modo surpreendente
Com espanto admiraram como o País largou na frente
Olha que analfabeto arteiro : Te recordo novamente
A mesa dos brasileiros ganhou forma diferente
Para País nenhum do mundo não devemos nenhum  centi
Depois desta arrancada se tornou um Brasil crescente
Viajou por toda a terra foi em vários continentes
Oceania, Europa  África Ásia e também lá no Oriente
Os povos  daquelas bandas olham sério para o Ocidente
Comparando o Brasil de hoje com o Brasil de antigamente
Pelas aulas de humildade, de quem  foi tão insistente    
Lá fora é credenciado, aqui  pra nós tem o pé quente
Até a terra produziu mais, aumentou  até aguas nas vertentes
Mas a economia americana arruinou tão de repente
Aprontando um reboliço, que só vendo o tempo  quente
Agitando o mundo inteiro, um espetáculo  contundente
Tentando  assustar o Lula , fingindo engolir a gente
Escancarando uma bocarra, igual boca de  serpente
Nosso  governo disse ao seu povo:  Tenham calma, não esquente!
Nossos  cofres  estão  abarrotado , nossa  moeda é consistente
Nosso caixa está  garantido , estamos  firmes no batente     
Nunca dormimos em cima do ovo, com este povo  intransigente
Nossa economia é muito forte, quem for  podre que se rebente
Isso são os reflexos de suas guerras pelo mundo e no oriente
Gastaram tudo em  guerras , agora estão de cabeça quente
Veja os árabes se esfolando  , se matando de unha e dente
Eles lá que se arrumem, a nós compete é ser  prudente
O caso deles é guerra, mas o nosso caso bem  diferente
Temos de tudo para vender e se quiserem até aguardente
Nossos cofres não abaixam,  nem com a tampa ficam rente
Tá empurrando ela para cima e o governo  está  contente
Nossa terra é  abençoada , disto vocês podem ficar ciente
Nestes anos de governo teu povo vai guardar na mente
Nós deixamos  ele trabalhar e deixar boa semente
Teve um cunho apocalíptico este nosso presidente
Foi uma  luz fulgurante que iluminou todo o ocidente
Obrigado Brasil de hoje! Tchau Brasil de antigamente
Talvez o Henrique volte pro governo  novamente
Vou dar-lhe uma  surpresa ! E um saquinho da semente
Dois grãozinhos do Inácio é só dele esta patente
Porque os frutos são garantidos e o sucesso é  permanente
O Henrique não terá  embaraço, e o País só vai em frente
Quem lucrará com tudo isso é  o povo mais carente
Não sabemos quem virá, temos a esperança  somente
O Brasil de hoje é um Diamante Negro que brilha no ocidente!
Muito obrigado ó mestre Lula! Por ter sido o nosso presidente!



 Data 24/11/2009  - LUIZÃO-O-CHAVES

O CAVALO VELHO


Viajavam por uma  estrada , três animais e para ser mais preciso eram três cavalos; um já velho outro de meia idade e o terceiro um potro bem novo.  Arribaram da região onde foram criados e viveram,  devido uma grande estiagem que predominava na naquelas paragens.  As nascentes estavam com suas águas muito minguadas, as pastagens estavam esbranquiçadas devido a seca. O levante do sol se dava em meio a fumaça do tempo e de cor laranja-avermelhado, o ocaso era de dar tristeza era da cor do sangue, a noite era sufocante, nem uma brisa que aliviasse o calor noturno. Não tendo esperanças nem perspectivas de melhora naquele lugar, decidiram juntos  procurarem um lugar onde pudessem manter a sobrevivência. Tiveram noticias de um lugar muito distante dali onde existiam pradarias verdejantes e belíssimas aguadas. Um lugar bom para findar seus dias de vida, assim pensava o cavalo velho. Então em marcha que já durava algumas horas, pois tinham saído de sua querência naquela madrugada. O sol ia alto  quando já estavam querendo fazer um auto horário para descansar alguns minutos ,viram a estrada que seguiam bifurcar-se. E agora? Nada conheciam sobre aquela região, muito menos os seus caminhos. Já levantaram uma questão! Para que lado vamos seguir?  Perguntou o potro! Acho que devemos ir para a esquerda, respondeu o cavalo do meio pela idade. O potro discordou, acho melhor seguirmos pela direita; o lugar que procuramos deve estar por este lado. Nada feito replicou o outro, sigo pela esquerda conforme te disse. As aguadas estão por esse lado. Nenhum conseguindo convencer o outro, resolveram  pedir a opinião do cavalo velho: O que acha o senhor por onde devemos seguir  para não dar errado? Não sei! Disse o velho! Cada um siga por onde achar melhor. Eu esperarei aqui! Ninguém  contestou, cada um seguiu por uma estrada. Aproveitou para descansar as pernas já baqueadas pela sua idade, e com muita paciência aguardou um deles. Dito e feito! Após uns trinta minutos  vinha um deles galopando e muito suado; era o potro, Chegando perto disse: Na verdade o caminho da direita deu numas ribanceiras intransponíveis. É o da esquerda  que procuramos! O nosso companheiro estava certo!   Vamos  embora ? Sim, dissera o cavalo velho. Seguiram conversando estrada afora. Lá bem adiante estava o outro á espera dos dois. Unidos novamente retomaram a caminhada sem ninguém articular uma palavra sequer, O potro resolveu quebrar aquele silêncio que já estava  incomodando . Dirigiu ao velho a seguinte pergunta: Por que o senhor não quis acompanhar nenhum de nós quando cada um seguiu por um lado? Soando o nariz, o velho respondeu: Porque um dos dois teria que errar; os dois acertarem seria impossível. Resolvi esperar pelo que errasse! O Outro estaria certo, eu não sabia quem erraria ou quem acertaria! Convencido desta bela lição de vida os dois mais moços  sentiram muita gratidão pelo velho companheiro desta aventura que culminou com chegada  no paraíso que procuravam. Sempre unidos e depois de muitos anos, assistiram o velho peão estradeiro descansar em paz. Assim é a vida!

MORAL: PRECISAMOS CONTAR MUITAS VEZES, NÃO SÓ PELOS QUE ACERTAM, MAS TAMBÉM PELOS QUE ERRAM!

CONTO REPRODUZIDO E RECORDADO  POR : LUIZÃO-O-CHAVES.......22/06/2013

O LOBO E A CEGONHA


O lobo andava sempre esfomeado e quando achava algum alimento comia-o com tanta voracidade que nem sequer mastigava direito. Numa dessas suas pressas um pedaço de osso ficou atravessado em sua  garganta . Tentou expeli-lo  tossindo , foi em vão.  Enfiou a pata na boca também não deu certo. Então sentou a beira do caminho e pôs-se a chorar e lamentar, pois ia morrer sufocado.  Passou então uma cegonha que nunca tinha visto o lobo numa situação destas, por isso curiosa perguntou: Porque se lamenta? O que lhe aconteceu? Tenho um osso atravessado na garganta, respondeu o lobo. Se achasse alguém para tirá-lo! Eu mesma tiro, propôs a cegonha! Vamos lá, abre a boca. Imediatamente o lobo descerrou a bocarra e a cegonha meteu nela o seu bico e retirou o osso e jogou-o fora,  Era uma boca horrível, e com dupla fileira de dentes aguçados e uma língua que parecia uma chama. A cegonha ficou arrepiada depois que fez o serviço. Pronto,  disse ela : E agora que recompensa você me dá ? Recompensa?  Grunhiu o lobo. Você  meteu a cabeça na minha boca . Retirou-a intacta, e isso não basta? A cegonha  caladinha e caladinha afastou-se apressadamente daquele prepotente.

MORAL: O PÃO COMIDO?  É PÃO ESQUECIDO!

CONTOS ANTIGOS- RECORDAÇÕES DE LUIZÃO-O-CHAVES -   17/06/2013